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Cirurgião Vascular São Paulo
Rua Manuel da Nóbrega, 354, Paraíso, São Paulo (11) 93089-1050

Cirurgia de Varizes São Paulo

Quando é indicada, laser, radiofrequência ou técnica convencional, e como é a recuperação

Preciso operar as minhas varizes? A cirurgia de varizes é indicada quando o eco-Doppler mostra que a safena perdeu a função de levar o sangue de volta ao coração e as varizes causam sintomas que a meia elástica e os outros cuidados clínicos já não controlam. A decisão de operar depende desse exame e do quanto as varizes atrapalham o dia a dia, e a aparência das veias sozinha não define a indicação.

Utilizo três abordagens: a cirurgia convencional, em que a safena doente é retirada (safenectomia), o laser endovenoso e a radiofrequência, que fecham a safena por dentro com calor. A escolha depende da anatomia das veias de cada paciente, vista no eco-Doppler.

Dr. Rafael Apoloni, médico cirurgião vascular, CRM-SP 120.337, RQE 36519. Texto revisado em outubro de 2026.

Quando a cirurgia de varizes é indicada

As veias das pernas têm válvulas que funcionam como portas de mão única: abrem para o sangue subir em direção ao coração e fecham para ele não voltar. Quem empurra o sangue para cima é a panturrilha, a batata da perna, que se contrai a cada passo. Por isso a gente diz que a panturrilha é o coração das pernas. Quando as válvulas da safena deixam de fechar, o sangue volta para baixo e se acumula. O eco-Doppler mostra esse retorno, chamado de refluxo, e é ele que dilata as veias e provoca peso, cansaço e inchaço.

Para indicar a cirurgia de varizes, sigo um raciocínio em três etapas:

  1. Se o eco-Doppler venoso mostra refluxo na safena magna ou na parva por mais de 0,5 segundo, o primeiro critério está presente.
  2. Se há sintomas como peso, cansaço, inchaço no fim do dia ou dor, o segundo critério se confirma.
  3. Se a meia elástica e os outros cuidados clínicos já foram tentados sem alívio suficiente, a cirurgia passa a ser a conduta indicada.

Alterações de pele perto do tornozelo pesam mais na indicação: o escurecimento da pele (dermatite ocre), o eczema e o endurecimento do tecido (lipodermatoesclerose) mostram que a doença avançou e que existe risco de evoluir para úlcera venosa. Nesses casos, tratar a safena tem caráter preventivo.

Quando a úlcera já está aberta, tratar cedo o refluxo, junto com a compressão da perna, ajuda a cicatrizar. Num ensaio clínico com 450 pacientes com úlcera venosa (EVRA), tratar o refluxo nas duas primeiras semanas, somado à compressão, acelerou a cicatrização e aumentou o tempo sem úlcera em comparação com adiar o tratamento da veia.

É comum receber pacientes que convivem com varizes há anos achando que o problema é “só estético”. Quando faço o mapeamento venoso e mostro o refluxo no eco-Doppler, muitos entendem que a doença é funcional e que costuma progredir.

Se você tem varizes com peso, cansaço ou inchaço nas pernas, o eco-Doppler venoso mostra se existe refluxo e se a cirurgia faz sentido no seu caso.

Agende uma avaliação ou fale com o consultório pelo WhatsApp (11) 93089-1050.

Classificação clínica (CEAP)

A gravidade da doença venosa crônica segue a classificação CEAP, usada no mundo todo:

A partir de C2, com refluxo documentado e sintomas, a cirurgia entra como opção. A partir de C4, costumo recomendar o tratamento mesmo quando os sintomas são leves, porque a progressão para úlcera é um risco real.

Avaliação antes da cirurgia de varizes

Todo paciente que considero para cirurgia de varizes passa por uma avaliação em etapas. A consulta vem primeiro: história de varizes na família, profissão (muitas horas em pé ou sentado), gestações, tromboses anteriores e remédios em uso.

O exame físico mostra onde estão as varizes, se há inchaço, alterações de pele e como estão os pulsos das artérias. O exame decisivo é o eco-Doppler venoso, um ultrassom que mapeia as veias profundas e superficiais, localiza os pontos de refluxo e mede o calibre das veias doentes. Sem esse mapa, não dá para planejar a cirurgia.

Em casos específicos, como cirurgia de varizes anterior, suspeita de trombose antiga ou varizes em lugares atípicos, peço também angiotomografia ou angiorressonância.

Exames de sangue (hemograma, coagulograma, glicemia e função dos rins) e avaliação cardiológica completam o preparo, conforme o perfil clínico de cada paciente.

Técnicas da cirurgia de varizes

Tratamento da safena com laser ou radiofrequência e retirada das varizes por pequenos furos.

Cirurgia convencional (safenectomia com flebectomia)

Na técnica convencional, a safena é ligada no ponto em que encontra a veia profunda, na virilha (safena magna) ou atrás do joelho (safena parva), e a veia doente é retirada. Essa é a safenectomia, que muitos pacientes chamam de cirurgia de safena. A ligadura na virilha exige um corte maior do que os furos usados no resto da perna. As varizes ramificadas, chamadas de tributárias, saem por furos de 2 a 3 milímetros (flebectomia).

É a técnica com mais tempo de uso e de acompanhamento em estudos. Numa metanálise de 2023 que reuniu 18 publicações e 1.936 pacientes (Shrestha e colaboradores), a cirurgia convencional teve 4,35 vezes mais chance de sucesso técnico em dois anos do que o laser endovenoso. Já a metanálise de 2026 de Sayarer e colaboradores, com 27 ensaios, não achou diferença no fechamento da safena entre a convencional, o laser e a radiofrequência.

Indico a técnica convencional quando o laser e a radiofrequência não são viáveis, por exemplo quando a safena é tão tortuosa que a fibra do laser não consegue passar ou quando a anatomia das veias é complexa.

Laser endovenoso

No laser endovenoso, uma fibra óptica fina entra na safena doente, guiada por ultrassom. O calor do laser faz a parede da veia se retrair, e a veia se fecha. Não é preciso retirá-la: o corpo reabsorve a veia tratada nas semanas seguintes.

Laser endovenoso para tratamento de varizes

Na mesma metanálise de 2023, o grupo do laser teve menos manchas roxas (equimose), hematoma, alteração de sensibilidade, infecção e flebite do que o grupo da cirurgia convencional. O tempo de procedimento e a recidiva em 1, 2 e 5 anos foram iguais entre as duas técnicas. Os autores concluem que as duas têm eficácia clínica comparável e que nenhuma é claramente superior à outra.

Radiofrequência endovenosa

Na radiofrequência, um cateter fino entra na safena, também guiado por ultrassom, e aquece a parede da veia por dentro, com temperatura controlada, até ela se fechar. O princípio é o mesmo do laser.

Laser e radiofrequência têm resultados equivalentes no fechamento da safena, e os dois se equiparam à cirurgia convencional nesse ponto, segundo uma metanálise de 2026 com 27 ensaios clínicos (Sayarer e colaboradores). Faço as duas técnicas, e a escolha entre elas depende das particularidades anatômicas de cada caso.

Quando combinar técnicas

Muitos procedimentos combinam mais de uma abordagem no mesmo ato: tratar a safena com laser ou radiofrequência, retirar as varizes por pequenos furos e fazer a escleroterapia dos vasinhos. Assim, as veias doentes de calibres diferentes são tratadas numa única cirurgia.

Cirurgia de varizes convencional, a laser ou por radiofrequência: como escolher

CritérioConvencionalLaser endovenosoRadiofrequência
O que acontece com a safenaÉ retiradaÉ fechada por dentro com calorÉ fechada por dentro com calor
AnestesiaRaquidiana ou geralLocal com sedaçãoLocal com sedação
Cortes na peleCorte na virilha ou atrás do joelho, maior que os furos da flebectomiaPunção da veia com agulhaPunção da veia com agulha
Fechamento ou retirada da safenaEquivalente no fechamento (metanálise de 2026); mais sucesso técnico em dois anos numa metanálise de 2023Resultado equivalente ao da radiofrequência e ao da convencionalResultado equivalente ao do laser e ao da convencional
Retorno ao trabalho sentado, na minha orientação10 a 15 dias, como referênciaCerca de 7 dias, como referênciaCerca de 7 dias, como referência
Indicação principalCasos em que laser e radiofrequência não são viáveisA maioria dos casos de refluxo na safenaA maioria dos casos de refluxo na safena

Os prazos de retorno ao trabalho são estimativas e variam conforme as condições clínicas, a idade, as outras doenças do paciente (comorbidades), o nível de atividade física e a extensão do procedimento. A orientação individual do cirurgião prevalece.

As diretrizes de 2022 da Society for Vascular Surgery (SVS), American Venous Forum (AVF) e American Vein and Lymphatic Society (AVLS) recomendam a ablação térmica endovenosa, que é o laser ou a radiofrequência, como tratamento de primeira linha e reservam a safenectomia convencional para os casos em que as técnicas endovenosas não são viáveis.

Como é o dia da cirurgia

A cirurgia de varizes é feita sempre em hospital. No laser e na radiofrequência, o paciente recebe sedação leve e anestesia local do tipo tumescente: uma solução anestésica é infiltrada em volta da veia, guiada por ultrassom, e também protege a pele do calor.

A duração varia de 40 minutos a 2 horas, conforme o número de veias tratadas e a complexidade do caso. Na cirurgia convencional com anestesia raquidiana, o paciente fica acordado, sem sensibilidade da cintura para baixo.

No fim, a perna operada é enfaixada com atadura de compressão. O paciente já sai caminhando, e isso faz parte da recuperação: cada passo contrai a panturrilha, que bombeia o sangue de volta ao coração e reduz o risco de trombose.

Onde é realizada a cirurgia

A cirurgia de varizes é feita sempre em hospital, em São Paulo.

Quanto tempo de repouso

A caminhada começa no primeiro dia e as atividades voltam aos poucos. Como referência, o trabalho sentado volta em cerca de 7 dias após laser ou radiofrequência e em 10 a 15 dias após a cirurgia convencional.

Recuperação da cirurgia de varizes

A recuperação da cirurgia de varizes não exige ficar de cama: a caminhada é estimulada desde o primeiro dia, e as atividades voltam de forma gradual. O que se deve evitar é ficar muito tempo parado em pé ou sentado.

Primeiros dias

É esperado aparecerem manchas roxas (equimose) na região operada, que desaparecem em algumas semanas, e a perna pode ficar um pouco inchada. Depois do laser ou da radiofrequência, é comum sentir sob a pele um cordão endurecido no trajeto da veia tratada: é a veia fechada sendo absorvida pelo corpo, e ele some em alguns meses. O desconforto costuma ser controlado com os analgésicos prescritos.

Cuidados na recuperação

Estas são as orientações que costumo dar depois da cirurgia de varizes. O tempo de cada uma é ajustado a cada paciente.

  1. Caminhe desde o primeiro dia e evite ficar muito tempo parado em pé ou sentado.
  2. Use a meia elástica de compressão como orientado. Ela é mais importante nos primeiros dias e ajuda a controlar os hematomas e o inchaço. O tempo total de uso é individual e, em alguns casos, chega a 15 dias.
  3. Ao descansar, mantenha as pernas elevadas.
  4. Evite sol na região operada por cerca de 30 a 60 dias. O prazo depende do tipo de pele, da tendência a manchas e da extensão da cirurgia.
  5. A drenagem linfática pode ser considerada a partir da segunda semana. Ela não é obrigatória, e a indicação depende da recuperação e da avaliação do cirurgião.

Quando voltar a trabalhar

Como referência, oriento a volta ao trabalho sentado cerca de 7 dias após laser ou radiofrequência e 10 a 15 dias após a cirurgia convencional. Esse prazo pode ser menor ou maior conforme o procedimento e a recuperação de cada paciente.

Os prazos de recuperação são estimativas e variam conforme as condições clínicas, a idade, as outras doenças do paciente (comorbidades), o nível de atividade física e a extensão do procedimento. A orientação individual do cirurgião prevalece.

Quando avisar o cirurgião ou procurar atendimento

  1. Sintomas novos ou em piora devem ser comunicados prontamente ao cirurgião.
  2. Dor ou inchaço progressivos na panturrilha precisam de avaliação médica urgente, no mesmo dia.
  3. Falta de ar, dor no peito, desmaio ou piora importante: procure diretamente um pronto-socorro.

Riscos e complicações da cirurgia de varizes

Toda cirurgia tem riscos, e a de varizes também. As complicações graves são pouco frequentes quando a indicação é correta e o planejamento é feito com base no eco-Doppler.

Complicações comuns

Complicações raras

Varizes podem voltar depois da cirurgia?

Sim, as varizes podem voltar. A cirurgia trata as veias doentes que existem hoje, e a predisposição para a insuficiência venosa continua. Na metanálise de Shrestha e colaboradores, a recidiva em 1, 2 e 5 anos foi igual entre laser e cirurgia convencional. A recidiva depende muito da progressão da doença em veias que estavam saudáveis na época da cirurgia.

Medidas que ajudam a prevenir novas varizes:

Cirurgia de varizes e risco de trombose

Varizes são uma doença das veias superficiais, e a trombose venosa profunda atinge as veias profundas. As duas andam juntas: num estudo com cerca de 213 mil pessoas com varizes em Taiwan, a trombose venosa profunda foi cerca de cinco vezes mais frequente do que em pessoas sem varizes. O estudo mostra a associação e não permite dizer que as varizes causam a trombose.

Depois da cirurgia, o risco de trombose venosa profunda é baixo. A prevenção inclui caminhar desde o mesmo dia, usar a meia elástica de compressão e, em pacientes com fatores de risco adicionais (obesidade, anticoncepcional, trombose anterior, trombofilia), usar anticoagulante preventivo por tempo determinado.

Escleroterapia ou cirurgia: qual a diferença?

Os dois tratamentos se completam. A escleroterapia (secagem de vasinhos) trata os vasinhos e as veias reticulares, finos, avermelhados ou arroxeados. A cirurgia trata as veias de maior calibre com refluxo documentado no eco-Doppler.

A escleroterapia com espuma densa pode ser usada nas safenas e em varizes menores. Conforme a avaliação, ela é o tratamento principal para quem não quer ou não pode operar, um complemento da cirurgia ou uma opção quando as varizes voltam. Na metanálise de 2026 de Sayarer e colaboradores, a espuma teve fechamento menos duradouro da safena do que laser, radiofrequência e cirurgia convencional.

E as varizes pélvicas?

Varizes pélvicas são veias dilatadas na região da pelve, mais comuns em mulheres. Elas podem causar dor pélvica crônica, sensação de peso e varizes em lugares atípicos, como vulva, períneo e parte interna da coxa. O tratamento pode envolver embolização endovascular, feita por dentro dos vasos, ou uma abordagem combinada.

Perguntas frequentes sobre a cirurgia de varizes

A cirurgia de varizes dói?

Durante a cirurgia, a anestesia impede a dor: local com sedação no laser e na radiofrequência, raquidiana ou geral na convencional. Depois, é comum ter desconforto, manchas roxas e um cordão endurecido no trajeto da veia tratada, e o desconforto costuma ser controlado com os analgésicos prescritos.

Quanto tempo de repouso depois da cirurgia de varizes?

Ficar de cama não é necessário. A caminhada é estimulada desde o primeiro dia, e as atividades voltam de forma gradual, evitando ficar muito tempo parado em pé ou sentado.

Quando posso voltar a trabalhar depois da cirurgia de varizes?

Como referência, o trabalho sentado volta em cerca de 7 dias após laser ou radiofrequência e em 10 a 15 dias após a cirurgia convencional. Os prazos são estimativas, variam com as condições clínicas, a idade, as comorbidades, a atividade física e a extensão do procedimento, e a orientação individual do cirurgião prevalece.

Quanto custa a cirurgia de varizes?

O valor depende da técnica, do número de veias tratadas e dos custos do hospital, e por isso só pode ser estimado depois da avaliação com eco-Doppler.

O plano de saúde cobre a cirurgia de varizes com o Dr. Rafael Apoloni?

O atendimento do Dr. Rafael Apoloni é particular, sem convênio.

Onde a cirurgia de varizes é feita?

A cirurgia de varizes é feita sempre em hospital, em São Paulo. A consulta e a avaliação são no consultório da Rua Manuel da Nóbrega, 354, conjunto 85, no Paraíso.

Cirurgia de safena a laser ou convencional: qual é melhor?

As duas têm eficácia clínica comparável e recidiva igual em 1, 2 e 5 anos. O laser tem menos manchas roxas e hematoma, e a convencional teve mais chance de sucesso técnico em dois anos. As diretrizes indicam laser ou radiofrequência como primeira linha e a convencional quando essas técnicas não são viáveis.

Qual o nome técnico da cirurgia de varizes?

Na técnica convencional, safenectomia; a retirada das varizes por pequenos furos se chama flebectomia. Laser e radiofrequência são chamados de ablação térmica endovenosa.

As varizes podem voltar depois da cirurgia?

Sim. A cirurgia trata as veias doentes de hoje, e a predisposição continua. A recidiva em 1, 2 e 5 anos é igual entre laser e cirurgia convencional.

Quando procurar atendimento depois da cirurgia de varizes?

Sintomas novos ou em piora devem ser comunicados prontamente ao cirurgião. Dor ou inchaço progressivos na panturrilha precisam de avaliação médica urgente, no mesmo dia. Falta de ar, dor no peito, desmaio ou piora importante: procure diretamente um pronto-socorro.

Sobre o Dr. Rafael Apoloni

Dr. Rafael Apoloni, médico cirurgião vascular, CRM-SP 120.337, RQE 36519. Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), fez residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular na USP, no Hospital das Clínicas da FMUSP, e doutorado em Clínica Cirúrgica pela USP. Tem título de especialista em Cirurgia Vascular conferido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) e título de especialista em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular conferido pela SBACV e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).

Dr. Rafael Apoloni, médico cirurgião vascular

Consultório na Rua Manuel da Nóbrega, 354, conjunto 85, Paraíso, São Paulo. Atendimento particular, sem convênio.

Se você convive com varizes e quer saber se há indicação de cirurgia no seu caso, o primeiro passo é uma avaliação com eco-Doppler venoso. O diagnóstico precoce permite tratar o refluxo antes que a doença chegue às alterações de pele e à úlcera.

Agende sua consulta ou fale com o consultório pelo WhatsApp (11) 93089-1050.

Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta.

Fontes



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Dr. Rafael Apoloni
Especialista
Cirurgia
Vascular
"Sou formado em Medicina pela Universidade de São Paulo e tenho título de especialista em Cirurgia Vascular conferido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)."

Dr. Rafael Corrêa Apoloni
Médico cirurgião vascular, CRM-SP 120.337, RQE 36519 - especialista vascular em São Paulo

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Rua Manuel da Nóbrega, 354
Conjunto 85, bairro Paraíso, São Paulo/SP

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Fabio Lamberti profile picture
Fabio Lamberti
28/08/2023
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Todos muito atenciosos O atendimento e comprometimento do Dr é absolutamente espetacular. Muito bom
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Angela Hellmeister
02/03/2023
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Dr.Rafael é um profissional especial....excelente atendimento,atencioso e cuidadoso!!
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Andréa H.
02/03/2023
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Excelente atendimento e profissional maravilhoso !
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Barbara Cristina
25/11/2022
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Excelente profissional! Meu tratamento foi para vasinhos e o resultado foi alcançado. Indico para todos que estão em busca de um resultado 100% eficaz.
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Marcelino Paraguassu Damaceno Neto
18/08/2022
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Ótimo ,médico fiz meu tratamento com ele ,e obetive um ótimo , resultado , recomendo a todos ,estou muito satisfeita ,meus parabéns Dr
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Edson Machado (Machadão)
29/06/2022
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O Dr. Rafael foi impressionante, educado, atencioso e muito competente. A cirurgia de varizes foi um sucesso e a recuperação melhor ainda ( mais rápido do que eu imaginava). Todo o processo desde a internação até a recuperação foi muito bem explicado. O pós operatório foi de primeira. Eu recomendo este médico, pois se trata de um profissional muito gabaritado. Só para constar.. o consultório é bem localizado e o atendimento na recepção é muito bom. Parabéns a todos.
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aninha limaa Lima
27/06/2022
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Dr.Rafael um excelente profissional...
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Adele Pedrão
15/09/2020
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Ótimo cirurgião Excelente atendimento. Ficou perfeito.
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