Trombose venosa profunda é um distúrbio potencialmente grave com complicações no curto e longo prazo
Trombose venosa profunda: diagnóstico, tratamento e prevenção. Trombose venosa profunda (TVP) é a formação de um coágulo sanguíneo no interior de uma veia do sistema venoso profundo, mais frequentemente nos membros inferiores. É uma condição que exige diagnóstico e tratamento rápidos – o coágulo pode se desprender e causar embolia pulmonar, uma emergência potencialmente fatal.
Na minha prática clínica, como especialista Trombose Venosa Profunda, percebo que muitos pacientes chegam ao consultório confundindo TVP com outras causas de dor e inchaço na perna – desde distensão muscular até varizes sintomáticas. A distinção é fundamental porque a conduta muda completamente. Varizes evoluem lentamente ao longo de anos. A doença é aguda e exige Tratamento Trombose Venosa Profunda São Paulo de imediato.
O que é trombose venosa profunda
O sistema venoso dos membros inferiores se divide em superficial e profundo. As veias profundas – localizadas dentro da musculatura – são as responsáveis por aproximadamente 90% do retorno do sangue ao coração. Quando um coágulo (trombo) se forma dentro dessas veias, obstrui o fluxo sanguíneo e desencadeia uma reação inflamatória local.
A trombose venosa profunda corresponde a cerca de 90% dos casos de tromboembolismo venoso, segundo dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). As veias mais acometidas são as femorais, poplíteas e ilíacas. A gravidade depende da localização e extensão do trombo: quanto mais proximal (mais perto do abdome), maior o risco de embolia pulmonar.
A tríade descrita por Virchow em 1856 ainda explica os mecanismos fundamentais: estase venosa (sangue parado), lesão da parede do vaso e estado de hipercoagulabilidade. Na prática, a maioria dos casos envolve a combinação de pelo menos dois desses fatores.
Quais os sintomas de trombose na perna
O quadro clássico inclui inchaço unilateral – uma perna visivelmente mais inchada que a outra, com início ao longo de horas ou poucos dias. A dor costuma se concentrar na panturrilha, com sensação de peso ou tensão que piora ao caminhar. A pele pode ficar avermelhada e mais quente ao toque.
Mas nem sempre o quadro é tão evidente. Costumo alertar meus pacientes sobre apresentações mais sutis:
1. Desconforto vago na panturrilha, confundido com câimbra que “não passa”
2. Edema discreto no tornozelo no fim do dia — que não melhora com elevação da perna
3. Empastamento da panturrilha (perna fica mais “dura” à palpação)
4. Dilatação de veias superficiais que não existiam antes (o sistema superficial tenta compensar a obstrução do profundo)
Sinais de alerta: quando procurar atendimento
Inchaço que começou de repente em uma perna só, com dor, peso ou endurecimento da panturrilha (a batata da perna), precisa de avaliação médica no mesmo dia. Se não conseguir atendimento no consultório no mesmo dia, procure um pronto-socorro.
Falta de ar súbita, dor no peito, coração acelerado sem explicação, tosse com sangue ou desmaio podem indicar embolia pulmonar, quando parte do coágulo da perna chega aos pulmões. Nesses casos, vá direto a um pronto-socorro. Se estiver passando mal, ligue 192 (SAMU) e não dirija.
Enquanto espera a avaliação:
1. Não fique tomando analgésico para ver se a dor melhora.
2. Não faça massagem na perna.
3. Não faça exercício para testar a perna.
4. Não comece anticoagulante ou anti-inflamatório por conta própria.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta.
O que causa a trombose venosa profunda?
O coágulo da trombose venosa profunda se forma quando o sangue fica parado dentro da veia (estase), quando a parede da veia sofre uma lesão ou quando o sangue passa a coagular mais que o normal (hipercoagulabilidade). Os principais fatores de risco são cirurgia ou internação, câncer ativo, trauma ou fratura, gestação e pós-parto, hormônios (anticoncepcional combinado e reposição com estrogênio oral) e imobilização prolongada, como gesso ou repouso no leito. Uma viagem longa sem mexer as pernas também aumenta o risco, em grau menor. Tabagismo, insuficiência cardíaca e infecção grave também aumentam o risco; no caso do cigarro, o aumento é pequeno. Os fatores transitórios passam, como uma cirurgia ou uma gestação, e os persistentes continuam presentes, como uma trombofilia herdada ou a obesidade.
Fatores transitórios (provocados)
1. Cirurgias: especialmente ortopédicas (quadril, joelho), abdominais e pélvicas
3. Trauma – fraturas de membros inferiores, politrauma
4. Gestação e puerpério – o risco é 5 vezes maior durante a gestação e 20 vezes maior nas primeiras 6 semanas após o parto
5. Anticoncepcionais hormonais combinados – aumentam o risco em 3 a 6 vezes
6. Reposição hormonal – estrogênio oral eleva o risco
7. Infecção grave – a inflamação deixa o sangue mais propenso a coagular, e muitas vezes vem junto com internação e repouso no leito
Fatores persistentes
1. Trombofilias hereditárias – Fator V de Leiden, mutação da protrombina, deficiências de proteínas C, S e antitrombina
2. Câncer – tumores sólidos e neoplasias hematológicas aumentam significativamente o risco
3. Obesidade – o excesso de peso comprime veias pélvicas e altera fatores de coagulação
4. Insuficiência venosa crônica – varizes de longa data com estase venosa
5. Idade avançada – o risco aumenta progressivamente após os 40 anos
6. TVP prévia – quem já teve um episódio tem risco elevado de recorrência
7. Tabagismo – eleva o risco, mas pouco: em quem fuma, o risco fica cerca de 23% maior que em quem nunca fumou
8. Insuficiência cardíaca – o coração bombeia com menos força e o sangue volta das pernas mais devagar
No consultório, sempre investigo esses fatores em detalhes. Quando atendo uma mulher jovem com TVP, a primeira pergunta é sobre uso de anticoncepcional hormonal e histórico familiar. Quando o paciente é um homem acima de 50 anos com TVP espontânea, considero investigação de neoplasia oculta.
Trombose Venosa Profunda
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico segue uma lógica de estratificação de risco. Se o paciente chega com suspeita de TVP, o primeiro passo é aplicar o score de Wells – uma escala clínica que pontua fatores como edema unilateral, dor à palpação, imobilização recente, câncer ativo e antecedente de TVP.
Se a probabilidade clínica é baixa, solicito dosagem de D-dímero no sangue. Se o D-dímero está normal, a trombose venosa profunda é praticamente excluída. Se está elevado – ou se a probabilidade clínica é moderada a alta – o exame definitivo é o eco-Doppler venoso (ultrassom vascular com Doppler colorido).
O eco-Doppler identifica a presença do trombo, sua localização exata, a extensão do comprometimento e o grau de obstrução do fluxo. É um exame não invasivo, indolor e disponível no próprio consultório.
Em situações específicas, solicito exames complementares:
1. Angiotomografia: quando suspeito de TVP ilíaca ou de extensão para veia cava inferior
2. Pesquisa de trombofilias: em TVP espontânea, pacientes jovens, episódios recorrentes ou história familiar forte
3. Rastreamento de neoplasia: em TVP espontânea sem fator provocador identificável, especialmente acima dos 50 anos
Tratamento da trombose venosa profunda
O tratamento tem três objetivos imediatos: impedir a progressão do coágulo, prevenir a embolia pulmonar e preservar as válvulas venosas para minimizar o risco de síndrome pós-trombótica. A base do tratamento é a anticoagulação – mas a escolha do anticoagulante, a via de administração e a duração variam conforme o cenário clínico.
Anticoagulação
As diretrizes da SBACV de 2023 reconhecem os anticoagulantes orais diretos (DOACs) — rivaroxabana, apixabana, edoxabana e dabigatrana – como opções terapêuticas para a TVP, em alternativa ao esquema tradicional com heparina seguida de varfarina.
A duração depende da causa:
1. Trombose venosa profunda provocada por fator transitório (cirurgia, imobilização, viagem): 3 a 6 meses de anticoagulação
2. Trombose venosa profunda espontânea (não provocada): mínimo de 6 meses, com avaliação individual para anticoagulação estendida
3. Trombose venosa profunda recorrente ou associada a trombofilia de alto risco: anticoagulação por tempo indefinido, com reavaliação periódica do risco-benefício
4. Trombose venosa profunda associada a câncer: anticoagulação enquanto a doença oncológica estiver ativa
O acompanhamento durante o Tratamento Trombose Venosa Profunda São Paulo inclui consultas periódicas para avaliar aderência, efeitos colaterais (sangramento é o principal risco) e eco-Doppler de controle para documentar a resolução do trombo.
Tratamento intervencionista
Em casos selecionados – TVP extensa, com comprometimento ilíaco-femoral e sintomas graves – considero a trombólise dirigida por cateter. Nesse procedimento, um cateter é posicionado dentro da veia trombosada por uma punção na pele, e o trombolítico é administrado diretamente sobre o coágulo.
A trombólise é indicada principalmente em pacientes jovens com Trombose venosa extensa de início recente (até 14 dias), pois preserva melhor as válvulas venosas e reduz o risco de síndrome pós-trombótica. Não é indicada para todos os casos – o risco de sangramento precisa ser cuidadosamente ponderado.
Outra opção em cenários específicos é a trombectomia farmacomecânica, que combina fragmentação mecânica do coágulo com trombólise. Em pacientes com contraindicação absoluta à anticoagulação, o filtro de veia cava inferior pode ser implantado como medida de proteção contra embolia pulmonar.
Meia elástica de compressão
A meia elástica compressiva faz parte do tratamento complementar. Reduz o edema, melhora o retorno venoso e pode diminuir a intensidade da síndrome pós-trombótica. Prescrevo meia de compressão 30-40 mmHg para uso diurno durante o tratamento e por período variável após a resolução da fase aguda.
Trombose venosa profunda e embolia pulmonar
A embolia pulmonar é a complicação mais temida da Trombose venosa profunda. Ocorre quando fragmentos do trombo se desprendem da veia da perna, percorrem a circulação e se alojam nas artérias pulmonares, bloqueando o fluxo sanguíneo para o pulmão.
A gravidade varia: desde embolias pequenas, com sintomas leves de falta de ar, até embolias maciças com colapso hemodinâmico. A combinação trombose + embolia pulmonar é chamada de tromboembolismo venoso (TEV) e representa uma das principais causas de morte cardiovascular evitável.
Como especialista Trombose Venosa Profunda, devo alertar os sinais de alerta que devem motivar ida imediata à emergência:
1. Falta de ar súbita, desproporcional ao esforço
2. Dor torácica que piora com a respiração
3. Taquicardia inexplicada
4. Tosse com sangue (hemoptise)
5. Sensação de desmaio ou síncope
Síndrome pós-trombótica: a sequela crônica da TVP
Mesmo após o tratamento adequado, parte dos pacientes desenvolve a síndrome pós-trombótica (SPT) — uma consequência da lesão que o trombo causa nas válvulas venosas. Quando as válvulas são danificadas, o sangue não retorna adequadamente ao coração e gera estase venosa crônica.
A prevenção da Síndrome pós-trombótica começa com o tratamento adequado da TVP aguda – quanto mais rápido e eficaz o tratamento, menor o dano valvular. O uso disciplinado de meia elástica e a prática regular de exercícios que ativam a bomba muscular da panturrilha são os pilares da prevenção a longo prazo.
Quem já teve trombose pode ter de novo?
Sim. O risco de recorrência é real e depende do contexto do primeiro episódio. Quando a trombose venosa profunda foi provocada por um fator transitório (cirurgia, viagem longa), o risco de recorrência após suspender a anticoagulação é relativamente baixo. Quando a TVP foi espontânea, o risco é significativamente maior – podendo chegar a 10% ao ano nos primeiros anos.
Por isso, a decisão sobre a duração da anticoagulação precisa ser individualizada. Considero o cenário do primeiro episódio, a presença de trombofilias, o risco de sangramento do paciente e, fundamentalmente, a preferência informada do próprio paciente – afinal, anticoagulação estendida significa conviver com o risco de sangramento.
Como prevenir a trombose venosa profunda
A prevenção se divide em medidas gerais e situações de risco elevado.
No dia a dia
1. Atividade física regular: a contração da musculatura da panturrilha durante caminhada, corrida ou ciclismo é o principal mecanismo de prevenção da estase venosa. Pacientes que praticam atividade aeróbica regular têm melhor retorno venoso.
2. Hidratação adequada: a desidratação aumenta a viscosidade sanguínea
3. Evitar imobilidade prolongada: levantar e caminhar a cada 1-2 horas se trabalha sentado; movimentar os pés quando não for possível se levantar
4. Controle de peso: obesidade é fator de risco independente
Em viagens longas (acima de 4 horas)
1. Meia elástica de compressão
2. Movimentar os pés e panturrilhas a cada 30 minutos
3. Caminhar pelo corredor do avião/ônibus quando possível
4. Hidratação — evitar álcool e excesso de café
Em situações de alto risco (hospitalizações, cirurgias)
A profilaxia medicamentosa com heparina de baixo peso molecular é recomendada para pacientes hospitalizados com fatores de risco, pacientes cirúrgicos (especialmente ortopédicos) e pacientes oncológicos internados. A prescrição é responsabilidade da equipe médica hospitalar.
Anticoncepcional e trombose: o que saber
Essa é uma das perguntas mais frequentes no consultório. Anticoncepcionais hormonais combinados (que contêm estrogênio) aumentam o risco de TVP em 3 a 6 vezes em relação a mulheres que não usam. O risco absoluto permanece baixo na população geral — cerca de 3 a 9 casos por 10.000 mulheres/ano com contraceptivo oral, versus 1 a 5 por 10.000 sem.
O problema se multiplica quando há trombofilias hereditárias associadas. Uma mulher com Fator V de Leiden heterozigoto que usa anticoncepcional combinado pode ter risco 30 a 50 vezes maior que a população basal. Muitas descobrem a trombofilia apenas após o primeiro episódio de trombose.
O que costumo orientar: se há histórico familiar de trombose (pais, irmãos, tios que tiveram TVP ou embolia pulmonar), recomendo uma avaliação vascular e pesquisa de trombofilias antes de iniciar anticoncepcional combinado. Alternativas hormonais sem estrogênio (progestágenos isolados, DIU hormonal) não compartilham o mesmo risco trombótico.
Sobre o Dr. Rafael Apoloni
Dr. Rafael Apoloni, médico cirurgião vascular, CRM-SP 120.337, RQE 36519. Texto revisado em outubro de 2026.
Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), com residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular no Hospital das Clínicas da FMUSP. Título de especialista em Cirurgia Vascular conferido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV). Doutorado em Clínica Cirúrgica pela USP.
Consultório no Paraíso, São Paulo. Atendimento particular.
Se você tem inchaço que começou de repente em uma perna só, com dor ou endurecimento da panturrilha, procure avaliação médica no mesmo dia, como explicado em “Sinais de alerta”. O diagnóstico é feito com eco-Doppler. Depois do atendimento inicial, o acompanhamento pode ser feito no consultório: agende sua consulta.
Fontes
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Trombose Venosa Profunda — informações ao paciente. sbacv.org.br
Diretrizes sobre trombose venosa profunda da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. J Vasc Bras. 2023. jvascbras.org
Ortel TL, et al. American Society of Hematology 2020 guidelines for management of venous thromboembolism: treatment of deep vein thrombosis and pulmonary embolism. Blood Adv. 2020;4(19):4693-4738. PMC 7556153
Sintomas
Os sintomas da Trombose Venosa Profunda variam conforme a extensão e as veias acometidas pelo problema, sendo a dor e o edema (inchaço) os sintomas mais comuns. Também pode haver incômodo ao caminhar, vermelhidão e endurecimento da musculatura na região afetada.
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser confirmado a partir de exames como flebografia (venografia), ultrassonografia e ressonância magnética, bem como análise do histórico do paciente e dos fatores de risco realizados pelo especialista Trombose Venosa Profunda.
Tratamento
A maioria dos casos é tratada com medicamentos anticoagulantes (deixam sangue mais “fino”). A duração depende de diversos fatores, mas varia entre três a nove meses.
Os procedimentos cirúrgicos têm indicação em alguns pacientes, principalmente nos mais sintomáticos e com tromboses extensas:
Fase aguda (no início dos sintomas): Em casos específicos, podem ser realizados procedimentos por cateter (pouco invasivos) para aspirar ou dissolver o trombo (trombectomia ou trombólise).
Essa trombectomia tem por objetivo restabelecer rapidamente o fluxo pelas veias obstruídas e evitar assim as complicações da trombose, além de melhorar rapidamente os sintomas decorrentes da trombose.
Fase crônica também conhecida como Síndrome pós-trombótica: o paciente desenvolve obstrução crônica da circulação venosa levando a sintomas que podem comprometer a qualidade de vida como edema importante, cansaço ou peso excessivo nas pernas, alterações na pele e até feridas.
A cirurgia realizada é a “recanalização” ou abertura da veia obstruída, reconstruindo assim o caminho normal do sangue.
A imagem abaixo mostra uma trombose crônica na região da pelve (veia ilíaca esquerda) e vários vasos colaterais (circulação colateral) que são desenvolvidos pelo organismo para vencer a obstrução da circulação.
Pode-se observar na imagem abaixo a circulação Colateral e o desenho do trajeto da veia ilíaca obstruída pela trombose.
Na cirurgia, através da punção na virilha, o Dr. Rafael Apoloni realiza uma abertura da veia obstruída e coloca um stent.
É possível observar na imagem abaixo que o trajeto da veia ilíaca que estava obstruído foi reconstruído com a utilização do stent. Com isso, a circulação colateral desaparece e o sangue volta a passar pelo seu trajeto normal.
Esse tipo de procedimento, pouco invasivo, é capaz de melhorar os sintomas decorrentes da Síndrome pós-trombótica.
Agende consulta com o especialista em Trombose Venosa Profunda no bairro do Paraíso, em São Paulo.
"Sou formado em Medicina pela Universidade de São Paulo e tenho
título de especialista em Cirurgia Vascular conferido pela
Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)."
Dr. Rafael Corrêa Apoloni
Médico cirurgião vascular, CRM-SP 120.337, RQE 36519 -
especialista vascular em São Paulo
Rua Manuel da Nóbrega, 354
Conjunto 85, bairro Paraíso, São Paulo/SP
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Fabio Lamberti
28/08/2023
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Todos muito atenciosos
O atendimento e comprometimento do Dr é absolutamente espetacular. Muito bom
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Angela Hellmeister
02/03/2023
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Dr.Rafael é um profissional especial....excelente atendimento,atencioso e cuidadoso!!
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Andréa H.
02/03/2023
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Excelente atendimento e profissional maravilhoso !
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Barbara Cristina
25/11/2022
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Excelente profissional!
Meu tratamento foi para vasinhos e o resultado foi alcançado.
Indico para todos que estão em busca de um resultado 100% eficaz.
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Marcelino Paraguassu Damaceno Neto
18/08/2022
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Ótimo ,médico fiz meu tratamento com ele ,e obetive um ótimo , resultado , recomendo a todos ,estou muito satisfeita ,meus parabéns Dr
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Edson Machado (Machadão)
29/06/2022
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O Dr. Rafael foi impressionante, educado, atencioso e muito competente.
A cirurgia de varizes foi um sucesso e a recuperação melhor ainda ( mais rápido do que eu imaginava).
Todo o processo desde a internação até a recuperação foi muito bem explicado.
O pós operatório foi de primeira.
Eu recomendo este médico, pois se trata de um profissional muito gabaritado.
Só para constar.. o consultório é bem localizado e o atendimento na recepção é muito bom.
Parabéns a todos.
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aninha limaa Lima
27/06/2022
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Dr.Rafael um excelente profissional...
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Adele Pedrão
15/09/2020
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Ótimo cirurgião
Excelente atendimento.
Ficou perfeito.